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05/03/2009 - 08h17

Crise não afasta turistas da pescaria nos rios do Pantanal

 
 

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O fluxo de turistas no Pantanal de Corumbá este ano, em busca de emoções na pescaria de pintado, dourado e pacu, peixes nobres da região, deverá se manter em relação a 2008, melhor temporada da última década, segundo os empresários do setor. Apesar da crise, as reservas estão sendo mantidas e a maioria dos barcos tem viagens programadas para até 5 de novembro, quando começa a piracema.

A crise também não abalou uma modalidade ainda em experiência, o pesque-solte no Rio Paraguai, que atrai centenas de pescadores ao Pantanal em fevereiro. As operadoras de pesca esportiva comemoram uma procura acima de expectativa por pacotes de pesca sem captura. "O pesque-solte está surgindo como uma grande alternativa para o nosso turismo", diz o empresário Luiz Martins.

A boa pescaria no Pantanal do maior município da planície está aliada à contemplação da natureza, hoje um atrativo que supera aquele desejo, muitas vezes até incontrolável no passado, do turista em fisgar um peixe a todo custo para levar seu troféu. Cada vez mais se pesca em família na região - outro indicador da mudança de mentalidade de quem pratica esse esporte.

"Nosso pescador está mais consciente e sua exigência é pegar o peixe, mas não está preocupado em levá-lo. Também quer conforto e conhecer lugares de grande beleza natural", diz a empresária Raquel Amaral, que em fevereiro viajou com cinco pescadores que aderiram ao pesque-solte. Ela acredita que a temporada deste ano será na mesma proporção de 2008 em número de pescadores.

Os pacotes para a pesca esportiva em Corumbá variam de preços (de R$ 1,5 mil a R$ 2,5 mil por pessoa) ao nível de comodidade e consumo. A maioria dos barcos-hotéis opera com pacotes completos, que incluem da isca ao uísque. Os roteiros também são opcionais: subindo o Rio Paraguai, até a divisa com Mato Grosso, ou descendo-o, em direção ao bicentenário Forte Coimbra.

Mais informações na Setur (Secretaria Municipal de Turismo, telefones: 3231-2886/3232-5221)

Fonte: Correio do Estado

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