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27/02/2009 - 09h53

Calor e calmaria nas águas baianas

 
 

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Impossível negar que as jubartes sabem escolher seu destino de verão, entre Praia do Forte, Caravelas e Abrolhos.

Elas são espertas. E o critério com que escolhem seu destino de verão é a principal prova disso. Na rota das jubartes estão praias da Bahia que, entre julho e novembro, têm águas quentes - com temperatura que varia entre 25 e 27 graus - e tranqüilas. Na Praia do Forte, em Mata de São João, e em Caravelas, bem perto do Arquipélago de Abrolhos, a presença delas, todos os anos, é garantida.

Assim como em Santa Catarina, as baleias são estudadas e protegidas por biólogos. O Instituto Baleia Jubarte orienta e acompanha os passeios. "Capacitamos os trabalhadores e, em troca, as operadoras reservam dois lugares para biólogos em cada embarcação", explica Sérgio Cipolotti, coordenador de Estudo Ambiental e Observação de Baleias do instituto.

A sede da entidade fica na Praia do Forte, mais bem estruturada, e é aberta a visitantes. Estão expostos itens como um esqueleto completo de baleia, a réplica de um filhote e outra da cauda de uma jubarte. Também há espaço para exibição de vídeos e palestras.

Vários passeios partem dessa sede, depois de uma aula sobre os hábitos da espécie. Os visitantes seguem para alto-mar em uma pequena lancha ou em uma grande escuna - algumas empresas têm barcos com capacidade para 40 pessoas.

São cerca de 40 minutos de navegação até que os turistas vejam o primeiro sinal de uma baleia. Mas, quando aparecem, elas dão show. Mais leves do que as francas - 40 toneladas é o peso máximo -, as jubartes saltam bem alto e parecem até gostar dos flashes.

Os passeios na região da Praia do Forte duram, em média, quatro horas. Segundo Sérgio Cipolotti, do Instituto Jubarte, o local não é o melhor da costa baiana para avistar os cetáceos. "Há muitas baleias nessa região, mas, para ver uma grande quantidade, o melhor é ir para Abrolhos."

Chegar ao arquipélago exige mais paciência. Partindo de Caravelas, são duas horas navegando em alto-mar. "O esforço vale a pena porque é mais garantido que haverá jubartes. Elas gostam daquela área", diz Cipolotti. O passeio depende, ainda, das condições climáticas.

O visual de Abrolhos guarda outras surpresas da natureza, como a paisagem e os pássaros da região. Mas a vida marinha só pode ser observada do barco. É proibido mergulhar quando as baleias estão nas proximidades. O balanço do barco pode provocar náusea, tontura e enjôo, sintomas da cinetose, de acordo com o otorrinolaringologista Arthur Menino Castilho, da Unicamp. Eles ocorrem quando há conflito de informações entre labirinto, visão e tato: os olhos vêem uma coisa e a pessoa sente outra.

Fonte: Estadão Online

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