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19/10/2009 - 11h22

Bonito vai além do próprio nome

 
 

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Daniel de Granville
Cachoeiras na Estância Mimosa Ecoturismo.
Cachoeiras na Estância Mimosa Ecoturismo.

Na mata ciliar, às margens do rio, papagaios e tucanos observam as pessoas que passam flutuando - com máscara, snorkel e roupa de neoprene - ao sabor da correnteza suave. Os passeios de flutuação são os mais interessantes de Bonito, a cidade plantada no alto da Serra da Bodoquena, a 280 km de Campo Grande (MS), hoje uma espécie de capital nacional do ecoturismo.

Em Bonito, os rios são como aquários repletos de peixes. E você não apenas contempla a paisagem, mas interage com ela o tempo todo. A região conta ainda com um conjunto tão impressionante de cachoeiras e cavernas de calcário que, para a maioria dos visitantes, o mais coerente seria uma denominação entre o lindo e o maravilhoso. Bonito, no caso, parece pouco. Na Gruta do Lago Azul, o nome também diz muito, tal qual o de Bonito. Uma caminhada de dez minutos leva a uma lagoa dentro de uma caverna forrada por estalactites. 

A transparência da água é tanta que quando um facho de luz incide na superfície dá para ver as pedras do fundo a quase 70 metros de profundidade. Mas é apenas para olhar, mergulhar nem pensar.

A maior de todas as aventuras locais, no entanto, acontece no Abismo Anhumas. Uma fenda na terra que se abre numa gigantesca gruta subterrânea com um lago dentro do tamanho de um campo de futebol. A aventura começa num rapel de 72 metros para chegar até uma plataforma de madeira, onde um bote inflável parte num giro pelas galerias internas da caverna. E o passeio continua num mergulho para observar grandes espeleotemas submersos. Em uma única palavra: inesquecível.

Na Estância Mimosa Ecoturismo, algumas trilhas pela mata conduzem a oito belas cachoeiras, e na volta à sede da fazenda, um delicioso banquete preparado no fogão a lenha está pronto e quentinho à espera dos visitantes. Já no passeio de bote pelo Rio Formoso, os guias incentivam uma divertida guerrinha entre os participantes que jogam baldes de água um nos outros. Uma só viagem é pouco para conhecer tudo em Bonito.

Uma das melhores épocas do ano para conhecer Bonito é entre agosto e outubro, pois quase não chove, o que facilita as caminhadas e as flutuações nos rios, além disso, os preços são de baixa temporada. No verão, se deixar para última hora, pode não encontrar vaga.

Esse cuidado todo é porque o mundo inteiro já descobriu Bonito. E até os gringos, que não dominam o português, acham que Bonito é pouco. Melhor seria wonderful, merveilleux ou algo parecido.

Fonte: http://viagem.br.msn.com/destinos-artigo.aspx?cp-documentid=22265639

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